terça-feira, 10 de maio de 2011

Nome: Ana Talita,Cleiton,Daniele Miranda,Ellen Oliveira e Karine Chimenes.
3ºA
Professora: Vanja


1)Pesquise sobre o significado do termo cidadania e sua aplicação no cotidiano na âmbito politico, social, escolar, trabalho e familiar
R: A construção de uma cidadania sólida e efetiva é de extrema importância para concretizar os direitos humanos, capaz de construir no ser humano uma fonte de indignação diante dos desmandos políticos.No entanto, vislumbra-se a falta de aplicação das normas e princípios de direito e justiça pelo poder estatal ou mesmo, a ausência de vontade política para promover mecanismos eficientes de educação no sentido de implementar verdadeiramente a prática da cidadania e possibilitar mudanças na realidade social, o que é uma situação preocupante. E para tornar compreensível o direito à cidadania é necessário remontar ao significado do termo cidadania e sua evolução ao longo do tempo, sua diferença com o vocábulo cidadão e sua relação com nação, bem como interligar referido direito as noções de educação e livre manifestação do pensamento como fatores relevantes na obtenção de um ambiente democrático.Destaca-se, nesse sentido, a educação como fator preponderante para promover significativas mudanças na sociedade e fomentadora de garantia aos direitos do homem que visa o seu preparo para a cidadania.


2)Por meio de imagens significativas, ilustre cada fase da aplicação do termo cidadania.
R:











Política

















Social












Escolar









Trabalho






Familiar

segunda-feira, 18 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

Materia: Sociologia
Professora: Vanja
Nome: Karine da Silva Chimenes nº 23
3º ano A



Antigamente os homens que saiam pra trabalhar e trazer os sustento para casa, e a mulher ficava em casa limpando, passando, cuidando da criança e obedensendo as ordens do marido, mas com o passar do tempo isso foi mudando.
A conquista da mulher por um espaço no mercado de trabalho, começou no início do século XIX, quando a sociedade acreditava que o homem era o único provedor das necessidades da família, tendo a mulher a função de mantenedora do lar e educadora dos filhos. as mulheres quando ficavam viúvas ou pertenciam a uma classe mais pobre tinham que sustentar seus filhos com atividades que lhes dessem um retorno financeiro. Dentre as principais atividades realizadas, destacam-se: a fabricação de doces por encomendas, o arranjo de flores, os bordados e as aulas de piano. Além de serem pouco valorizadas essas atividades eram mal vistas pela sociedade, o que dificultava a conquista das mulheres por um espaço no mercado de trabalho. Mesmo assim, algumas conseguiram transpor as barreiras do papel de ser apenas esposa, mãe e dona do lar.













A conquista da mulher por um espaço no mercado de trabalho começou de fato com a I e II Guerras Mundiais (1914-1918 e 1939-1945, respectivamente), quando os homens foram para as frentes de batalha e as mulheres passaram a assumir os negócios da família e a posição dos homens no mercado de trabalho. Mas a guerra acabou, e com ela a vida de muitos homens que lutaram pelo país. Alguns dos que sobreviveram ao conflito foram mutilados e impossibilitados de voltar ao trabalho. Foi nesse momento que as mulheres sentiram-se na obrigação de deixar a casa e os filhos para levar adiante os projetos e o trabalho que eram realizados pelos seus maridos.
No século XIX a consolidação do sistema capitalista proporcionou inúmeras mudanças no processo produtivo das empresas e na organização do trabalho feminino. Com o desenvolvimento tecnológico e o intenso crescimento industrial, boa parte da mão-de-obra feminina foi transferida para as fábricas. Desde então, algumas leis passaram a beneficiar as mulheres. Ficou estabelecido na Constituição de 32 que "sem distinção de sexo, a todo trabalho de igual valor correspondente ao salário igual; veda-se o trabalho feminino das 22 horas às 5 da manhã; é proibido o trabalho da mulher grávida durante o período de quatro semanas antes do parto e quatro semanas depois; é proibido despedir a mulher grávida pelo simples fato de gravidez"









Mesmo com essas conquistas, algumas formas de exploração perduraram durante muito tempo. Como, por exemplo, jornadas de trabalho entre 14 e 18 horas e diferenças salariais acentuadas. A justificativa para esses acontecimentos está centrada no fato da sociedade acreditar que o homem representa o papel de chefe de família e tem o dever de trabalhar para o sustento da casa, não havendo necessidade da mulher buscar fora de casa uma renda para ajudar nas despesas domiciliar. Mas, essa visão de estrutura familiar, vem sendo reconstruída com a necessidade da mulher atuar no mercado de trabalho, onde ela descobriu que além dos afazeres domésticos, é capaz de conquistar um espaço no mercado de trabalho.

Nos dias de hoje as
mulheres ainda são minoria no mercado de trabalho. E ainda ganham aproximadamente 25% menos que os homens que desempenham funções semelhantes.

No caso de profissionais com curso superior, a diferença é ainda maior. Vale lembrar que esse não é um fenômeno brasileiro. Na Alemanha, na Inglaterra, a disparidade salarial também existe e também está por volta de 25%.

Essa situação, porém, muda de figura quando olhamos não para os números estáticos do presente, mas para a evolução registrada nas últimas 4 décadas.

No Brasil, em 1970, apenas 18% das mulheres estavam inseridas no mercado de trabalho. Atualmente esse número está próximo de 50% e já bateu em 55% na Grande São Paulo.

Outra mudança vital foi a transição feminina de ter um emprego para construir uma carreira. Até a década de 1970, a maioria das mulheres parava de trabalhar antes dos 35 anos para cuidar da casa e dos filhos. Atualmente, a maioria delas pretende conciliar as atividades domésticas e profissionais.

A raiz dessa mudança está na revolução social e cultural que ganhou força mundial, e principalmente no Ocidente, na década de 1960. As jovens daquela década, que lutaram pela igualdade de direitos com os homens, romperam com o passado de prendas domésticas e educaram suas filhas para pensar em uma carreira.

O resultado pode ser visto agora, em nossas universidades. Na média geral de todos os cursos, há mais mulheres matriculadas do que homens. Mas há um outro dado que ajuda a explicar a contínua ascensão profissional das mulheres. É algo que na vida profissional nós chamamos de foco, e no futebol, de atitude. Aquela vontade de entrar no jogo para ganhar.


A palavra Trabalho deriva do latim tripalium, objeto de três paus aguçados utilizado na agricultura e também como instrumento de tortura. Mas ao trabalho associamos a transformação da natureza em produtos ou serviços, portanto em elementos de cultura. O trabalho é desse modo, o esforço realizado, e também a capacidade de reflexão, criação e coordenação.

Ao longo da história, o trabalho assumiu múltiplas formas.

Para o pensador Karl Marx, o trabalho, fruto da relação do homem com a natureza, e do homem com o próprio homem, é o que nos distingue dos animais e move a História.

O trabalho assalariado está diretamente estabelecido a partir da divisão social do trabalho. As diferenças dos trabalhos realizados, bem como as distinções salariais, são resultados dessa divisão.

Em nossa sociedade o trabalho foi elevado a fator estruturante da organização econômica, política e social. Ele estrutura não somente a nossa relação com o mundo, mas também as nossas relações sociais. Ele é a relação social fundamental. Está, além disso, no centro da visão de mundo que é a nossa. O trabalho é a roda que gira a economia e a sociedade. Uma vez que o trabalho é colocado no centro da sociedade, essa passa a se identificar como sociedade do trabalho e na qual este é o seu fundamento. Na prática, o trabalho, reconhecido como tal pela sociedade, é a forma particular de trabalho remunerado ou mais comumente entendido como emprego. É este tipo de atividade que se tornou a principal fonte de renda que permite aos indivíduos viver, mas que é também uma relação social fundamental e finalmente o meio para alcançar a abundância.

Todo o ‘trabalho’, deve, portanto, ter as seguintes condições: ser remunerado, ser realizado em vista da obtenção de uma renda, ser uma atividade social e socialmente definida e mediante a qual se alcança a abundância, isto é, as riquezas.

Provoca tanto frenesi em todos os setores da sociedade, especialmente no meio político.

É porque seu desaparecimento coloca em xeque a estrutura inteira da nossa sociedade. Tirar o emprego é o mesmo que abrir um abismo intransponível diante de nós. O termo ‘trabalho’ serve como uma espécie de guarda-chuva que abriga todas as atividades humanas. Na sociedade do trabalho todo ato humano é trabalho. O trabalho é como o ar que se respira. Tudo remete a ele e tudo dele depende.

Bullying

Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) é como se caracterizam todas as formas de atitudes agressivas intencionais e recorrentes praticadas, sem uma motivação evidente, por crianças e adolescentes. Esse tipo de comportamento causa nas pessoas que são seu alvo humilhação, dor e angústia. O Bullying afeta estudantes, pais e professores no mundo inteiro.

O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.

As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.

FIQUE ATENTO AOS SINAIS:

- Demonstra falta de vontade de ir à escola;

- Sente-se mal perto da hora de sair de casa;

- Pede para trocar de escola;

- Pede sempre para ser levado à escola;

- Muda freqüentemente o trajeto entre a casa e a escola;

- Apresenta baixo rendimento escolar;

- Volta da escola, repetidamente, com roupas e materiais rasgados;

- Chega muitas vezes em casa com machucados sem explicação convincente;

- Parece angustiado, ansioso e deprimido;

- Tem pesadelos constantes com pedidos de “socorro” ou “me deixa”;

- “Perde”, repetidas vezes, seus pertences e dinheiro.

O QUE FAZER PARA AJUDAR A VÍTIMA???

- Informe seu professor sobre qualquer situação de bullying que você tenha testemunhado.
- Se o seu amigo contou que sofreu o bullying, tente convencê-lo a procurar ajuda de um adulto, pai ou professor.
- Procure fazer com que o seu amigo, que sofre bullying, se sinta mais à vontade no grupo.




segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Juri Simulado

O juri simulado foi um evento que a professora Vanja propos as salas do ensino Médio, em que as salas teriam que criar histórias "que fossem a juri popular"
Além de ser uma competição entre salas, serviu para muitas pessoas se interessase mais por Direito e ve como o funciona.
Bom a sala do 1º ano fez um caso que contava sobre um assasinato na santa casa o "melhor hospital de Campo Grande".Tendo como principal suspeita a própria médica do paciente.
Já o 2º ano foi sobre um caso do motel, onde um casal de namorados foram encontrados mortos em um motel, tendo como pricinpais suspeitos, um ex "cliente" da moça.
E o 3º ano foi um caso em que uma mulher foi encontrada morta, após o marido descobri que ela o traia. Os principais suspeitos foram o amante e seu proprio marido.
Foi um evento bom e prazeroso de se fazer. O que mais vale menciona é que os alunos se envolveram de tal forma que encontravam formas de ir no seu tempo livre ao forum de campo grande assistir audiencias, como o juri aberto do caso DUDU, para se prepararem melhor para o trabalho.
No final da apresentação quem acabo ganhando foi o 1º ano que representou melhor um juri.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Nome: Karine da .S. Chimenes n 25
Prof: Vanja
Disciplina: Sociologia



Blue Steel

Existe várias propagandas que fazem parte do cotidiano das pessoas.
Como lembra Fiske (1990), a aparência na vida real já é cotificada. Quando queremos fazer sentido na aparência de uma pessoa, fazemos isso conforme os códigos convencionais da nossa cultura.
Como mostra na propaganda do Blue Steel a partir da vestimenta, pode-se dividir os personagens em dois grupos distintos:
De um lado, um homem branco, cabelos castanhos e curtos, olhos verdes, vestindo calça jeans, camisa jeans clara aberta e por fora das calças, carregando uma mochila nas costas; e uma mulher branca de cabelos loiros e longos, olhos verdes, vestindo uma calça marrom e camiseta beje e a tira-colo, uma bolsa tipo "estudante".
Por outro lado, temos quatros jovens, dois negros, com os cabelos totalmente raspados. Um deles usa brinco de argola na orelha esquerda, pulseira no braço direito e anel, veste calça e colete vinil preto, que está aberto sem nada por baixo, uma corrente está presa do cinto ao bolso e possui tatuagem grandes nos braços. O outro veste calça militar e colete preto, fechado. O terceiro rapaz apresenta ser latino e usa um lenço tipo "pirata" cobrindo os cabelos, está de ocúlos escuro e veste uma bermuda de cor clara camiseta boxer preta, usa uma gargantilha preta. O quarto rapaz é branco tem cabelos loiro-escuros, curtos e ondulados, na testa, um lenço tipo "ninja", veste uma camiseta boxer branca e usa colar no pescoço.
Pela descrição podemos ver que existe um estilo "clean", típico classe média alta, representado pelo jovem casal, que tem como intensão ser limitado pelo grupo de rapazes a mensagem tenta passar:
"se conseguir aquele jeans, vou fica tão maneiro quanto aquele rapaz".
Este é o nível da realidade, é a prova da existência desse desejo imperativo.
O nível da representação, apresenta conceitos e prícipios que ajudam na compreensão de forma simbolica como os de significado e signo.
Na propaganda blue Steel temos o jeans, que produz o significado moderno, status, felicidade, versátil, universal.
A combinação produz uma mensagem igual a maioria, basta vestir o jeans Blue Steel.
Então ao comprar a calça jeans, eu não estou comprando apenas uma roupa. Mas estou comprando algo que me faz entra na moda e faz com que não seje excluido
As propagandas servem assim, temos que adaptar, moldar, transformar o anti-estético para a maioria para que as diferenças sejam amalgamadas, amenizadas e, portanto, não discutidas.
As pessoas compram os produto "certo" esperando que esse produtos signifiquem certo status social, estilo de vida, etc